A Galeria do Largo, Centro de Manaus, recebe quatro novas exposições gratuitas, a partir desta quinta-feira, 9 de outubro de 2025. A abertura ocorre às 18h30, com entrada gratuita.
Sob curadoria do artista e pesquisador Cristovão Coutinho, as mostras ‘Cidade Dissimulada – Lucidez Artificial’, de Jáder Rezende, e a 9ª edição do Espaço Mediações, reúnem artistas de diferentes linguagens e trajetórias que dialogam com a ancestralidade, a arte urbana e as relações entre natureza e tecnologia.
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DIAS E HORÁRIOS DE VISITAÇÃO
As exposições têm entrada gratuita e ficam abertas à visitação na Galeria do Largo (Espaço Cidade), localizada no Centro de Manaus, de terça a domingo, das 15h às 20h.
EXPOSIÇÕES
Cidade Dissimulada – Lucidez Artificial
Na exposição individual ‘Cidade Dissimulada – Lucidez Artificial’, o artista Jáder Rezende apresenta obras que investigam a experiência humana na cidade contemporânea, marcada por contrastes entre aparência e essência.
Por meio de técnicas híbridas e composições visuais que mesclam realidade e ilusão, o artista provoca o espectador a refletir sobre as formas de percepção e manipulação do espaço urbano.
ESPAÇO MEDIAÇÕES
O Espaço Mediações, projeto contínuo da Galeria do Largo, chega a sua 9ª edição reunindo três artistas amazonenses que traduzem a pluralidade da produção contemporânea no estado: Tuniel Mura, Paulo Olivença e Vitor Maia. A mostra propõe um diálogo entre ancestralidade, natureza e espaço urbano.
Em ‘Ancestralidade me faz resistir’, o artista indígena Tuniel Mura resgata a memória ancestral do povo Mura por meio de 12 pinturas em telas de tecido de algodão cru, inspiradas no grafismo tradicional de sua etnia. O trabalho reafirma a identidade originária e a força simbólica da arte indígena.
Na instalação ‘Desnudes’, Paulo Olivença reflete sobre a tensão entre a natureza e o avanço tecnológico. A partir de troncos e vídeos gravados na floresta, o artista constrói uma narrativa sobre a coexistência e o conflito entre o ambiente natural e a “revolução tecnológica sufocante”.
E Vitor Maia, com ‘Tinta (Des)Proibida‘, leva o graffiti, a pichação e os lambes para o ambiente da galeria, questionando os limites entre arte e vandalismo, legalidade e resistência, e o papel da arte urbana como forma de expressão política e social.