Manaus, 18 de julho de 2026

Gastronomia

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Bacalhau e azeite: o que o consumidor precisa saber antes de comprar

Diferenças de nomenclatura, espécies, categorias acabam gerando confusão.

Com informações da assessoria

Com a variedade de produtos disponíveis nas prateleiras, escolher bacalhau e azeite pode se tornar um desafio para o consumidor. Diferenças de nomenclatura, espécies, categorias e até apresentação dos itens acabam gerando confusão e, muitas vezes, levam à compra de produtos diferentes do que o cliente imaginava estar levando para casa. Saiba o que precisa saber antes de comprar.

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BACALHAU

Com mais de 15 anos de atuação no mercado, o Grupo Engenho trabalha com a importação e seleção de azeites e bacalhaus, além de vinhos e presuntos ibéricos.

Com unidades em Manaus e Belém, o grupo ampliou sua presença no segmento gastronômico e reúne experiência na escolha e no controle de qualidade desses produtos.

Entre as espécies mais reconhecidas como bacalhau legítimo, está o Gadus morhua e o Gadus macrocephalus, consideradas referência em qualidade, textura e sabor.

De acordo com o sócio-proprietário do grupo, Rogério Perdiz, no caso do bacalhau, o principal ponto de atenção está na identificação correta da espécie. “O consumidor costuma se confundir principalmente pelo nome e pela espécie do produto. Existem diferenças importantes de qualidade e preço, além de substitutos comercializados como ‘tipo bacalhau’. Isso pode incluir rotulagem pouco clara, troca de espécie, cortes com maior quantidade de partes escuras ou até mercadorias com umidade acima do ideal, o que reduz o rendimento”, explicou.

QUANDO O AZEITE NÃO É AZEITE

No caso do azeite, a confusão mais comum, está relacionada à categoria do produto e às informações do rótulo. Muitos itens disponíveis no mercado possuem aparência semelhante à do azeite de oliva, mas são misturas de óleos vegetais ou produtos aromatizados.

Para orientar o público, alguns cuidados simples ajudam a identificar um azeite verdadeiro. Entre as orientações, estão: observar a lista de ingredientes — que deve conter apenas azeite de oliva —, a categoria, o lote, a data de envase e dar preferência a embalagens em vidro escuro ou latas, que protegem o produto da luz.

A procedência também é um fator determinante para a qualidade final do azeite, segundo o empresário, já que o produto sofre influência direta da colheita, extração e armazenamento.

CRITÉRIOS RIGOROSOS

Para garantir esse padrão, o Grupo Engenho adota critérios rigorosos desde a escolha dos fornecedores até o armazenamento dos produtos, com foco em procedência, frescor e controle de qualidade.

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