Manaus, 27 de junho de 2026

Festival de Parintins

Foto: Tiago Correa/Secom
Foto: Tiago Correa/Secom Foto: Tiago Correa/Secom

Festival de Parintins 2026: Caprichoso celebra a origem e a identidade do povo parintinense na primeira noite

Bumbá apresentou o ato 'O Brinquedo do Povo Canta: Parintins - O Chão de Origem'.

Com informações da assessoria

O Boi Caprichoso abriu a primeira noite do 59º Festival de Parintins, nesta sexta-feira, 26 de junho de 2026, celebra a origem e a identidade do povo parintinense. O bumbá apresentou o ato ‘O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem‘, primeira narrativa do projeto artístico ‘Brinquedo que Canta Seu Chão’.

No Bumbódromo, o boi azul e branco exaltou a memória, a ancestralidade e as raízes culturais que formam a identidade parintinense.

A programação do ‘Festival de Parintins 2026’, segue até domingo, 28 de junho.

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Foto: Tiago Correa/Secom

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APRESENTAÇÃO DA PRIMEIRA NOITE

A primeira noite corresponde ao ato ‘O Brinquedo do Povo Canta Parintins’, que apresenta a cidade como território de memória, pertencimento, ancestralidade e construção cultural.

A proposta do espetáculo parte da relação do boi com a Ilha Tupinambarana, seus moradores e os povos que formaram a identidade parintinense. Antes da entrada do boi na arena, o apresentador do Caprichoso, Edmundo Oran, falou sobre o trabalho desenvolvido pelos artistas e pelo Conselho de Artes ao longo dos últimos meses.

“Caprichoso vem lindo, vem audacioso, vem grandioso, e vem padrão Caprichoso. Nós trabalhamos durante meses nesse projeto Caprichoso Brinquedo que Canta seu Chão, junto com o Conselho de Artes, junto aos artistas, e vamos só executar tudo que foi ensaiado, trabalhado e planejado. Espero que dê certo para ambas as associações, todo mundo que está envolvido nesses projetos e que esteja maravilhoso no Festival de Parintins”, explicou o apresentador.

IDENTIDADE QUE NASCE DO TERRITÓRIO

Na arena, a primeira noite valorizou os saberes populares, as memórias da cidade e a contribuição dos povos indígenas e das comunidades tradicionais na formação de Parintins.

O espetáculo apresentou o boi como patrimônio cultural vivo, construído ao longo das gerações por artistas, trabalhadores, brincantes e moradores da ilha.

Entre os momentos de maior destaque da apresentação esteve a evolução da Sinhazinha da Fazenda, Valentina Cid. A defensora do item 7 surgiu em um praticável com efeito de suspensão no ar, levando o público ao delírio na arena.

Outro momento de emoção foi a participação de Rei Azevedo na arena. Um dos maiores nomes da história do Caprichoso, o cantor e compositor voltou a versar pelo boi azul e branco, relembrando sua trajetória como Amo do Boi e emocionando torcedores de diferentes gerações.

Rei Azevedo revolucionou o item ao introduzir o berrante nas apresentações e ficou marcado pelos versos e desafios que se tornaram uma das características do Caprichoso. O artista defendeu o item oficial de Amo do Boi em dois períodos, entre 1984 e 1998 e, posteriormente, de 2000 a 2003, consolidando seu nome entre os grandes ícones do Festival de Parintins.

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