A oficina ‘Corpo Cidade – Performance: Como os jovens Manauaras se relacionam com Manaus’, mediada pelo pesquisador e artista Francisco Rider, iniciou nesta segunda-feira, 28 de julho, e segue até sexta-feira, 1º de agosto de 2025.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo e-mail: [email protected]
A oficina ocorre das 9h às 11h, o local que será ministrada as aulas será informado por e-mail para os inscritos.
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SOBRE A OFICINA
A oficina é um projeto contemplado pela Lei Paulo Gustavo e conta com o apoio do Ministério da Cultura, Fundação Nacional de Artes (Funarte), e Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.
Com mais de 40 anos de trajetória artística no Brasil e no exterior, Francisco Rider é artista, pesquisador e formador, atualmente doutorando em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Com a arte como verdadeiro sacerdócio, Rider é conhecido por seus processos criativos que atravessam linguagens, geográficas e realidades diversas.
Intitulada ‘baterpernação’, termo criado pelo próprio artista como um neologismo inspirado no verbo “bater perna” em Manaus, ato de andarilhar, observar e interagir com o espaço urbano, a oficina propõe uma imersão estética e política no território da cidade. “É uma prática que ativa os sentidos, o corpo e a escuta em relação à cidade e aos outros”, explica Rider.
PROGRAMAÇÃO
A programação da oficina terá início sempre com um aquecimento corporal baseado em práticas somáticas, voltadas à escuta de si, do outro e do espaço.
A proposta é ativar estados de prontidão e disponibilidade para o jogo performativo, promovendo um corpo sensível e presente.
O público-alvo é amplo e interdisciplinar: jovens (artistas ou não), formadores, geógrafos, historiadores, antropólogos e todas as pessoas interessadas nas relações entre corpo, arte, performance, cidade e território.
“Este encontro é um convite para pensarmos Manaus a partir de nossos corpos. A cidade não é apenas um lugar que se percorre, mas que se sente e se interpreta artisticamente. Através da baterpernação, pretendemos escutar a cidade, seus fluxos e memórias, como quem escuta uma partitura viva e pulsante”, afirmou o artista.