Manaus, 18 de julho de 2026

Cultura

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Marco cultural: Amazônia ganha sua primeira galeria ribeirinha neste sábado (6/12)

Espaço criado pelo Instituto Serra da Valéria estreia com exposições que narram cotid

Com informações da assessoria

A fronteira entre Amazonas e Pará ganha, neste sábado (6/12), um marco cultural inédito: a primeira galeria de arte permanente instalada no interior ribeirinho da Amazônia. A iniciativa, idealizada pelo Instituto Serra da Valéria, nasce com a proposta de conectar a produção artística da região ao cenário contemporâneo global, ao mesmo tempo em que aproxima a própria comunidade de novas linguagens visuais. A abertura é gratuita e acontece a partir das 10h, na sede do Instituto.

LEIA MAIS:

O espaço estreia com duas exposições que dialogam diretamente com o território. “Elo Manifesto”, do jovem artista amazônico Zaviê, apresenta esculturas que exploram transmutação e cosmologias inspiradas na cerâmica Konduri. Já “Cotidiano Ribeirinho”, da pintora Liadora, traz retratos e cenas que evocam a vida nas comunidades da Serra da Valéria.

Foto: Divulgação

A proposta vai além da exposição. A galeria pretende se consolidar como ponto de encontro entre tradição, natureza e inovação, promovendo vivências, oficinas e diálogos entre artistas locais e visitantes.

O Instituto Serra da Valéria também amplia suas ações culturais com a criação do espaço. A ideia é fortalecer talentos locais, oferecer oportunidades formativas para jovens e adultos e transformar a arte em ferramenta de pertencimento e desenvolvimento.

Participe do grupo do Portal Edilene Mafra no WhatsApp 📲

Instalado no Konduri Lodge, na Vila Amazônia (Parintins-AM), o Instituto segue reunindo projetos que integram arte, educação e meio ambiente — agora com uma galeria que nasce para contar, de dentro para fora, as narrativas da floresta e de seu povo.

COMPARTILHE

error: Este conteúdo está protegido!