A exposição ‘Amazônia Preta’ celebra o Mês da Consciência Negra com arte e ancestralidade em Manaus. A mostra está em cartaz no Palacete Provincial, Centro, até o dia 22 de novembro de 2025.
A visitação ocorre de segunda a sábado (exceto quartas), das 9h às 15h, com entrada gratuita.
Com obras de 16 artistas residentes, a mostra reúne diferentes linguagens e propõe uma experiência acessível e tátil para o público. A mostra marca é um desdobramento do projeto ‘Pretoberâncias’, contemplado pelo Edital Povo Negro – Lei Aldir Blanc nº 10/2024.
LEIA MAIS
- Confira os eventos no Teatro Amazonas na primeira quinzena de novembro 2025
- Natal 2025: Manaus ganha ‘Pista de patinação no gelo’; saiba como ter acesso

Participe do grupo do Portal Edilene Mafra no WhatsApp 📲
SOBRE A EXPOSIÇÃO
Mais do que uma exposição, ‘Amazônia Preta’ é apresentada como um ato de reafirmação e visibilidade da presença negra na região.
O conceito de ‘Pretoberâncias‘ um neologismo que simboliza o transbordamento criativo da negritude amazônida, orienta a proposta da exposição, que reúne obras produzidas durante uma residência artística marcada pela troca de saberes e pela construção coletiva.
Um dos destaques da mostra é a intervenção inédita na fachada do Palacete, intitulada ‘Gigantes da Memória’. Nas 17 janelas do prédio histórico, o público poderá contemplar ilustrações de personalidades negras amazônicas de diferentes áreas, como artes, educação, ciência e cultura.
A ação transforma o espaço em um marco de resistência simbólica, reposicionando a narrativa sobre a negritude na história da Amazônia e convidando os visitantes a refletirem sobre o papel desses protagonistas na formação da identidade regional. Participam da exposição os artistas:
- Anete Valdevino
- Daniel Esteves
- Ducoq
- Yires
- Shek
- Lima
- Ecto
- Vic
- Sìsí Rolim
- Toró
- Vivian Evangelista
- Joe Maia
- Subproduto
- Geci, Flora e Dayo Nascimento, além das participações especiais de Bruno Souza, Bina, Áquila Muniz, Junior Gonçalves, Ventinho, Rana Mariwo e Maracatu Pedra Encantada.
A curadoria é assinada por Marcelo Rufi, com projeto visual de Manuo e montagem de Haisha, Estevan Leandro e William Nascimento. O registro fotográfico é de Edvando Alves e André Cavalcante Pereira, e a consultoria de acessibilidade é de Henry Martínez Hernández, reforçando o compromisso da mostra com a inclusão e o acesso democrático à arte.
