Manaus, 18 de julho de 2026

Cultura

Foto: Aguilar Abecassis/ SEC-AM
Foto: Aguilar Abecassis/ SEC-AM Foto: Aguilar Abecassis/ SEC-AM

‘Bienal das Amazônias’ recebe visitas gratuita até o dia 30 de maio em Manaus

Mostras estão em cartaz na Galeria do Largo e na Casa das Artes.

Com informações da assessoria

A 1º edição daBienal das Amazônias recebe visitas gratuita até o dia 30 de maio em Manaus. As mostras estão em cartaz na Galeria do Largo e na Casa das Artes, no Largo São Sebastião, Centro.

Com tema ‘Bubuia: águas como fonte de imaginação e desejo’ as exposições reúne expressões artísticas de diferentes regiões amazônicas, do Brasil e de países vizinhos.

As visitas na Galeria do Largo e na Casa das Artes podem ser realizadas de quarta-feira a domingo, das 15h às 20h. A entrada é gratuita.

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Foto: Aguilar Abecassis/ SEC-AM

SOBRE A EXPOSIÇÃO

A mostra apresenta obras de artistas do Amazonas, Pará, Acre, além de representantes do Peru e da Venezuela, destacando a pluralidade de olhares e linguagens que atravessam o território amazônico.

Desde sua abertura, o evento já atraiu mais de 3 mil visitantes e, após a etapa manauara, seguirá para Macapá (AP), com expansão prevista para outros países da Pan-Amazônia.

Mais do que uma exposição coletiva, a Bienal se propõe como uma experiência sensível que reflete sobre as águas como elemento vital, simbólico e cultural. A escolha do termo ‘Bubuia’ remete à prática de flutuar — corporal e imaginativamente — sobre os rios da região, evocando tanto o movimento quanto a contemplação.

O conceito se inspira no dibubuísmo, pensamento proposto pelo poeta e ensaísta paraense João de Jesus Paes Loureiro, para quem a experiência amazônica se constrói na sobreposição de uma realidade objetiva (imediata) e uma realidade estética e encantatória (mediata).

BIENAL DAS AMAZÔNIAS

A Bienal das Amazônias surge como um espaço de convergência entre arte, ecologia, ancestralidade e crítica social, propondo uma escuta atenta às vozes que habitam os rios e as florestas.

Artistas, pesquisadores e comunidades locais são convidados a partilhar reflexões sobre território, pertencimento e futuro em uma narrativa onde a arte atua como ponte entre mundos visíveis e invisíveis.

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