O Instituto Amazônia 4.0 deu início, nesta segunda-feira (6/7), às atividades da 5ª edição dos Laboratórios Criativos da Amazônia (LCAs), na comunidade ribeirinha de Acará-Açu, no município de Acará (PA). A iniciativa reúne ciência, tecnologia e saberes tradicionais para fortalecer a bioeconomia amazônica, promovendo capacitação técnica e agregação de valor aos produtos da sociobiodiversidade.
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PROGRAMAÇÃO
A programação será realizada até o dia 31 de julho, e contará com oficinas práticas e teóricas voltadas ao beneficiamento sustentável de matérias-primas da floresta.
Entre os destaques está a oficina de fabricação de chocolates e cupulates, na qual os participantes acompanharão todas as etapas da transformação das amêndoas de cacau e cupuaçu em produtos de maior valor agregado, ampliando as oportunidades de geração de renda para a comunidade.
Laboratórios Criativos da Amazônia
Os Laboratórios Criativos da Amazônia foram concebidos para levar infraestrutura tecnológica diretamente aos territórios amazônicos, permitindo que comunidades tradicionais tenham acesso a equipamentos e processos inovadores sem abrir mão de seus conhecimentos e práticas culturais.
O modelo integra pesquisa científica, inovação e valorização dos saberes locais, fortalecendo cadeias produtivas sustentáveis e incentivando a conservação da floresta por meio da bioeconomia.
A realização da quinta edição dos LCAs em Acará-Açu reforça o compromisso do Instituto Amazônia 4.0 com a promoção de um modelo de desenvolvimento baseado na valorização da floresta em pé e na geração de renda para as populações amazônicas. Ao capacitar produtores para atuar em etapas mais avançadas da cadeia produtiva do cacau e do cupuaçu, a iniciativa contribui para ampliar o protagonismo das comunidades na transformação e comercialização de seus próprios produtos.
Esta é a quinta edição dos Laboratórios Criativos da Amazônia, que vêm consolidando uma metodologia de atuação voltada à formação de capacidades locais, ao fortalecimento da economia comunitária e à construção de uma bioeconomia inclusiva, inovadora e sustentável na Amazônia.