O Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) em Manaus, poderá ser reconhecido como patrimônio ambiental, científico e educacional do Estado do Amazonas.
O Projeto de Lei (PL) foi anunciado durante homenagem aos 31 anos do parque verde urbano, na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), na terça-feira (14/4), quando também foram agraciados 30 servidores e parceiros do espaço.
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De autoria do deputado estadual Comandante Dan (Republicanos), o PL em tramitação na Aleam valoriza a importância do Bosque como espaço de preservação ambiental e conservação da biodiversidade amazônica.
Também reconhece a contribuição desse museu de ciências ao ar livre para a pesquisa científica, por meio das atividades desenvolvidas pelo Inpa.
Criado em 1º de abril de 1995, o Bosque une lazer em contato com a natureza, educação e popularização da ciência em um só lugar. O espaço científico-cultural promove a sensibilização da população sobre a proteção dos ecossistemas amazônicos e o turismo ecológico no Amazonas. Em 2025, recebeu mais de 140 mil visitas, entre moradores locais, estudantes e turistas.
No PL, o Bosque da Ciência é apresentado como um dos mais emblemáticos espaços de integração entre preservação ambiental, produção científica e educação pública no Amazonas, constituindo-se um “verdadeiro patrimônio vivo da biodiversidade amazônica e da difusão do conhecimento”.
BOSQUE DA CIÊNCIA
O Bosque da Ciência é o primeiro parque verde urbano de Manaus.
É um fragmento florestal de quase 13 hectares (equivalente a 13 campos de futebol), que integra a Área de Proteção Ambiental (APA Manaós), localizada na área central da capital amazonense. Em três décadas, o Bosque recebeu mais de 2,5 milhões de visitas.
No museu de ciências ao ar livre, o visitante pode se divertir e aprender em contato com a natureza. O espaço oferece observação de fauna (ariranha, peixe-boi da Amazônia, jacarés, tartarugas, cutias, preguiças, macacos), de flora (árvores centenárias, como a Tanimbuca de 600 anos), além de trilhas e atrativos culturais e expositivos na Maloca Indígena, Casa da Ciência e Paiol da Cultura.
O visitante ainda tem acesso a pesquisas e tecnologias que visam proteger a floresta, seus povos e desenvolver a Amazônia de forma sustentável.