Manaus, 15 de julho de 2026

Música

Foto: Felipe Adati
Foto: Felipe Adati Foto: Felipe Adati

Miss Tacacá e Lofihouseboy assinam remix da cantora amazonense Cella

'Meu Norte (Remix)' une encontro entre a música eletrônica e as referências regionais.

Com informações da assessoria

A cantora amazonense Cella convidou Miss Tacacá e LofiHouseBoy para dar nova cara ao hit ‘Meu Norte’, que já circula nos paredões do Pará, onde acontece a COP30. No domingo 16 de novembro de 2025, chega às plataformas ‘Meu Norte (Remix)‘, versão que aposta na mistura do pop contemporâneo de Cella com as batidas aceleradas e timbres amazônicos do tecnomelody.

O projeto faz parte do selo Sinc, criado com o objetivo de valorizar artistas independentes e talentosos, de diferentes estilos musicais.

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Foto: Felipe Adati

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PARCERIA

Além do remix, Miss Tacacá e LofiHouseBoy aparecem como convidados no novo álbum de Cella, ‘Efeito borboleta’, que terá ainda um feat surpresa e várias faixas inéditas.

O projeto promete reforçar a presença das sonoridades nortistas no circuito pop nacional, conectando as aparelhagens e a estética da floresta às pistas e playlists.

A parceria confirma uma tendência: a aposta de artistas e produtores do Norte em colaborações de grande visibilidade, trazendo sua identidade sonora e ampliando o alcance do tecnomelody.

As batidas amazônicas têm ampliado seu espaço, com presença tanto nos palcos regionais quanto nas grandes cerimônias e festivais internacionais.

“Esse remix é sobre liberdade, sobre celebrar quem a gente é e de onde vem. É um brinde à arte independente, à Amazônia contemporânea e à alegria de poder transformar nossas raízes em dança”, comenta Cella.

Essa colaboração reforça a articulação entre artistas do Norte (Miss Tacacá), produtores locais (LofiHouseBoy) e novas vozes (Cella) no ecossistema da música periférica amazônica, trazendo cada vez mais visibilidade. A movimentação também indica uma abertura de mercado e visibilidade para os ritmos regionais.

“Meu Norte Remix’ chega num momento muito simbólico pra mim, é o primeiro remix do meu primeiro álbum, e vem justamente perto do meu aniversário. É como se eu estivesse celebrando tudo o que vivi até aqui, dançando junto com a minha própria história”, comemora Cella.

“Ter a Miss Tacaca e o LolfihouseBoy comigo nessa faixa é mais do que uma parceria: é um encontro de artistas nortistas que acreditam na força da nossa música, da nossa cultura e da nossa ousadia. A gente carrega o Norte no som, no corpo, no jeito de misturar tudo; pop, eletrônico, rockdoido”, completa.

SOBRE A CANTOA AMAZONENSE

Cella iniciou sua carreira na infância. A multiartista representou o Amazonas no programa ‘The Voice Kids’, em 2017, ainda usando o nome de batismo Marcella Bártholo.

No ano seguinte, se mudou para o Rio de Janeiro, onde se dedicou ao teatro musical e se apresentou por todo o Brasil. Sua dedicação nos palcos lhe rendeu indicações de Atriz Revelação e Atriz Coadjuvante em prêmios do segmento. Hoje, foca em sua carreira musical solo e seu trabalho como atriz, produtora e idealizadora.

Em 2025, vai lançar o disco ‘Efeito Borboleta’, que marca a transição para o universo pop. É diretora artística da In Cena Produções, que tem como foco a valorização de obras inéditas e nacionais. Entre os projetos do grupo, estão o espetáculo “República Lee – Um Musical ao Som de Rita”, indicado a vários prêmios e o musical infantil “TumPaTaTum”, criado com o objetivo de resgatar e apresentar versões atuais das antigas cantigas de roda para as novas gerações.

MISS TACACÁ (TAKA FURTADO)

Natural de Belém do Pará (Pará), Taka Furtado adotou o nome artístico Miss Tacacá. Ela atua como DJ, produtora e performer, com forte identidade periférica, amazônica, LGBTQIA+.

Seu estilo principal é o chamado tecnomelody — batidas aceleradas (em torno de 160-180 bpm), fusão de ritmos amazônicos com música eletrônica contemporânea. Miss Tacacá já se apresentou em grandes eventos, fez curadoria, e é considerada uma das vozes emergentes da cena amazônica-eletrônica.

LOFIHOUSEBOY

DJ/beat-maker, baseado no Pará, com ênfase em mistura de gêneros como tecnobrega, carimbó, funk e outros ritmos periféricos. Ele se posiciona como “energia BRUTAL na pista”

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