Manaus, 24 de junho de 2024

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Foto: Lucas Silva/Secom
Foto: Lucas Silva/Secom Foto: Lucas Silva/Secom

SSP-AM e Força Nacional começam planejamento de operações no AM

Primeiros agentes desembarcaram em Manaus nesta quarta.

Com informações da assessoria

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM) realizou, na tarde desta quarta-feira (9/6), uma reunião de planejamento para inclusão dos efetivos da Força Nacional de Segurança. Os agentes vão atuar nas ações policiais que estão em andamento no Estado após os ataques criminosos ocorridos em Manaus e outras cidades.

De acordo com o Estado, a reunião é uma determinação do governador Wilson Lima. Os primeiros policiais militares da Força Nacional desembarcaram em Manaus no fim da manhã desta quarta. A programação é que a tropa de 144 agentes nacionais esteja integralmente na capital até o sábado (12/6).

Os agentes vão se somar aos mais de 12 mil servidores do sistema de segurança pública do Amazonas, que estão em atuação.

Governador Wilson Lima se reuniu com representantes da Força Nacional de Segurança. Foto: Lucas Silva/Secom

O secretário de Segurança, coronel Louismar Bonates, e o coordenador geral de Planejamento e Operações da Força Nacional, coronel Américo Gaia, definiram pontos de atuação prioritária na capital e interior.

De acordo com Bonates, a chegada da Força Nacional é um apoio fundamental para os trabalhos policiais já em curso no Amazonas.

Prisões de criminosos

Até o fim da tarde desta quarta-feira, 41 adultos e três adolescentes envolvidos nos ataques criminosos foram presos e colocados à disposição da Justiça. “Nesse total, inclui-se a prisão de quatro traficantes considerados lideranças da facção criminosa que ordenou os ataques, após a morte de um infrator em confronto com a Polícia Militar, no sábado passado”, informou o Governo do Amazonas.

Além das ações policiais intensificadas em todo o Estado, a Secretaria de Segurança também determinou a criação de uma força tarefa, no âmbito da Polícia Civil, para investigar os ataques. A expectativa é que os envolvidos respondam por organização criminosa, depredação de patrimônio público, entre outros crimes. O inquérito ficará a cargo do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).

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