Evitar frango na ceia de Ano Novo é uma recomendação presente em diferentes tradições simbólicas e espirituais, explicada pela bruxa e pesquisadora Tânia Gori como uma escolha ligada à intenção para o novo ciclo. De acordo com ela, o que se consome na primeira refeição do ano representa desejos para o futuro, como prosperidade, avanço e abertura de caminhos, e não deve ser encarado como regra ou superstição.
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Segundo Tânia Gori, o frango carrega o simbolismo de “ciscar para trás”, gesto associado ao retrocesso, à repetição de padrões antigos e à dificuldade de avançar. Por isso, não combina com o significado do Ano Novo, período tradicionalmente ligado a movimento, crescimento e renovação de energias.

A simbologia também considera o frango uma ave doméstica associada à agitação, falta de foco e energia instável. Em contraponto, culturas antigas priorizam carnes que “caminham para frente”, como porco e carnes vermelhas, vistas como símbolos de fartura, estabilidade financeira e progresso, especialmente em rituais de virada de ano.
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Para a bruxa, a escolha alimentar deve ser consciente e alinhada ao que se deseja manifestar. “Não há azar em comer frango”, reforça Tânia Gori. A proposta é simbólica: optar por alimentos que representem força, coragem e abundância, para que o novo ano comece com energia de avanço e prosperidade.