O Palácio da Justiça, Centro reabriu ao público e recebe a exposição ‘Manaus: Arte e Memória da Amazônia’, com uma novidade de destaque para o cenário cultural a inclusão da obra ‘Casa de Ribeirinho’ (1984), de Moacir Andrade. A mostra ficará aberta para visitações até o dia 30 de maio de 2026, com entrada gratuita.
A visitação ocorre de segunda a sábado, das 9h às 15h, com exceção das terças-feiras.
LEIA TAMBÉM
- Ancestralidade e fé ganham destaque na exposição ‘Raízes do Sagrado’ em Manaus
- Turnê ‘25 Anas’: começa venda de ingressos para show da Ana Carolina em Manaus

Participe do grupo do Portal Edilene Mafra no WhatsApp 📲
SOBRE A EXPOSIÇÃO
A mostra reúne 93 obras de 55 artistas amazonenses, compondo um panorama representativo da produção das artes plásticas no estado.
Com a nova aquisição, o conjunto exposto é ampliado e reforça o compromisso com a valorização da memória artística local.
A presença de uma obra de Moacir Andrade, reconhecido como um dos grandes mestres das artes plásticas no Amazonas, mostra a relevância da exposição, ao inserir no circuito público um trabalho de importância histórica e simbólica para a cultura amazonense.
Artista plástico e colecionador, Jandr Reis, responsável pelo acervo que dá origem à mostra, é protetor das artes plásticas no Amazonas, preservando e mantendo esse patrimônio artístico como forma de resguardar a produção cultural do estado para as futuras gerações.

Ao longo do percurso expositivo, o público encontrará obras que dialogam com diferentes momentos da criação artística na cidade, atravessando fases de transição e experimentação, em que o gesto se transforma em questionamento e crítica, até produções que incorporam novas linguagens e reafirmam a arte amazônica em sua dimensão simbólica e universal.
A mostra também evidencia trabalhos que reconfiguram a memória em diálogo com o presente, abordando temas como ancestralidade, inclusão, identidade, sexualidade e transformação social, consolidando a arte como expressão de pertencimento e projeção de futuro.