‘Tron: Ares’ chega aos cinemas com estilo futurista e trilha sonora hipnotizante
Longa impressiona combinando ação, ficção científica e tons vibrantes.
09/10/2025 11:03
Por Thiago NanineA convite da Disney Brasil, o Portal Edilene Mafra assistiu, com exclusividade, ao novo filme ‘Tron: Ares’, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 9 de outubro de 2025. O longa impressiona com uma combinação de ação, ficção científica, em uma estética com tons vibrantes.
O expectador pode esperar por uma megaexperiência visual, mesmo com alguns tropeços na escolha do elenco.
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Dirigido por Joachim Rønning, o filme acompanha Ares (Jared Leto), um programa de computador criado dentro de ‘A Grade’, um universo digital de luzes neon e energia pulsante. Quando é chamado para uma missão no mundo real, Ares precisa deixar o ciberespaço e enfrentar uma jornada que o faz questionar sua própria existência.
Visualmente, Tron: Ares é um espetáculo. As luzes neon, o design futurista e o CGI impecável constroem uma atmosfera que prende o olhar. A trilha sonora, assinada por Trent Reznor e Atticus Ross, é outro destaque: um mix de electropop e batidas hipnóticas que dão ritmo à narrativa.

A história é direta e bem estruturada, sem deixar pontas soltas. As cores das cenas ajudam a compreender os conflitos e a evolução dos personagens, enquanto o terceiro ato traz uma virada interessante: depois de uma sequência intensa de ação, o filme desacelera e deixa a luz do sol invadir a tela, criando um contraste bonito e simbólico. E sim, há cena pós-créditos que deixa um gostinho de quero mais.

Mas nem tudo brilha em Tron: Ares. Jared Leto entrega uma atuação apagada e sem emoção, sem transmitir a profundidade do personagem. Em contrapartida, Greta Lee brilha: sua performance é intensa, sensível e dá vida ao enredo. A química entre os dois funciona, mas é ela quem carrega as cenas mais fortes.
Entre os coadjuvantes, destaque para Athena (Jodie Turner-Smith), que cresce no final e deixa a sensação de que merecia mais tempo de tela. Evan Peters, como o magnata Julian Dillinger, também convence como vilão excêntrico, embora algumas motivações, inclusive as de Athena, pareçam superficiais.

A direção de Rønning mantém o ritmo e entrega um espetáculo visual sólido, ainda que sem grandes inovações dentro da franquia. A trilha sonora, por sua vez, é o maior acerto, elevando o impacto emocional da trama.
Um filme para quem gosta de ação
No fim das contas, Tron: Ares entretém. É um filme ideal para quem gosta de ação, visual futurista e uma narrativa simples, mas envolvente. Mesmo com falhas pontuais no elenco, o resultado é positivo, e promete manter viva a chama desse universo digital.
Nota: 3,5 de 5.
NOTA DO EDITOR: A resenha de cinema do Portal Edilene Mafra é um conteúdo autoral. Em caso de uso e reprodução deste, é obrigatório citar a fonte.
Confira o trailer: