Teatro Gebes de Medeiros exibe do filme ‘Amamentação – Sonho de Camila’
Sessão ocorre nesta quinta-feira (3/7). Entrada é gratuita.
03/07/2025 11:31
Com informações da assessoriaO Teatro Gebes de Medeiros, Centro de Manaus, exibe do filme ‘Amamentação – Sonho de Camila’ nesta quinta-feira, 3 de julho de 2025. A sessão ocorre às 19h, com entrada gratuita.
O curta-metragem contemplado pela Lei Paulo Gustavo propõe reflexão sobre diversidade, afetividade e representatividade no audiovisual amazônico.
A exibição contará com a presença da equipe de produção e de um momento para bate-papo com o público após a exibição.
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SOBRE O CURTA
O curta acompanha a jornada íntima de Camila, em uma ficção que conta a história de uma mulher trans que deseja realizar o sonho de ser mãe.
Uma produção sensível e provocadora que lança uma luz sobre um tema ainda pouco representado no cinema nacional: o desejo da maternidade vivido por mulheres trans. O enredo explora as emoções, expectativas e desafios vividos por muitas mulheres como Camila, trazendo reflexões sobre maternidade e vínculo afetivo.
O curta-metragem, escrito e dirigido por Tayla Nayandra, tem possibilitado o fortalecimento de produções independentes em todo o Brasil, com o foco em diversidade e inclusão.
“Queremos que o público sinta e reconheça, que aceite que todas as formas e sonhos de amor são legítimas, existentes e diversas. Que esta obra, curta, mas muito potente, seja insurgente para o audiovisual amazonense, pois é uma história que perpassa os estereótipos e estigmas em que mulheres e homens trans são simbolizados em grande parte das obras cinematográficas”, enfatizou a diretora.
Na obra, Camila, a protagonista, é uma mulher trans bem sucedida, realizada, que conquistou quase todos os seus sonhos, menos o de ser mãe, e ela vai em busca de realizá-lo ao lado do seu companheiro.
O filme será exibido gratuitamente em uma sessão especial e promete ser um espaço de escuta, acolhimento e visibilidade para questões sobre diversidade, direitos reprodutivos e afetividade trans.
“Essa ficção não é somente sobre os constantes enfrentamentos e embates que população LGBTQIA+ atravessa cotidianamente para (re)existir, mas sobretudo sobre amor, beleza, inspirações, desejos, esperança, é sobre sentir, por isso ela é tão necessária de ser contada”, afirma Taly Nayandra.