Manaus, 19 de julho de 2026

Cinema

Documentário sobre a trajetória de ‘Ednelza Sahdo’ estreia no Teatro Gebes Medeiros

Exibição ocorre às 18h30, desta quarta-feira (5/2).

Com informações da assessoria

O documentário que aborda sobre a trajetória de ‘Ednelza Sahdo’ estreia no Teatro Gebes Medeiros, em Manaus. A exibição ocorre às 18h30, desta quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025. A entrada é gratuita.

A obra cinematográfica ‘Ednelza Sahdo, A Inesquecível Luz dos Palcos do Amazonas’ dirigida pelo cineasta e dramaturgo Sergio Cardoso, relembra vida e obra da ícone da cena teatral amazonense.

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Foto: Divulgação

EDNELZA SAHDO

Considerada a ‘dama do teatro amazonense’, Ednelza iniciou sua trajetória profissional na Rádio Difusora, em Manaus, aos cinco anos de idade, no ano de 1950.

De 1959 a 1969, ficou conhecida como a Rainha das Dublagens, inicialmente em Manaus e posteriormente nas regiões Norte e Nordeste do país.

A atriz faleceu em 30 de novembro de 2022, deixando saudosas memórias e servindo de inspiração para novas promessas do teatro local.

Sua trajetória como atriz, diretora e produtora do Grupo Simetria Norte é marcada por performances inesquecíveis, em obras que vão desde clássicos regionais, como ‘Tem Piranha no Pirarucu’ e ‘Jurupari’, de Márcio Souza; ‘Nós Medéia’, de Zé Maria Pinto; até grandes textos universais, como ‘Bodas de Sangue’ e ‘A Casa de Bernarda Alba’, de Federico García Lorca.

DOCUMENTÁRIO

A produção dirigida por Sergio Cardoso é uma homenagem à atriz que encantou os palcos amazonenses, nacionais e internacionais.

Baseado em entrevistas concedidas por Ednelza, em 1998 e 2006, o documentário apresenta um olhar sensível sobre sua vida, carreira e legado.

“Ednelza transpôs barreiras sociais para dizer ‘Eu existo, eu sou, eu posso, eu interpreto.’ Ela consolidou seu lugar na história das artes cênicas”, enfatizou Sergio.

Com a duração de 80 minutos, documentário revisita momentos marcantes de sua trajetória, como sua participação em peças como “A Ciranda do Desamor”, de Álvaro Braga, e “Arapuca”, de Chico Cardoso, além de seu papel como pioneira na dramaturgia regional.

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