O Prêmio Fundo Amazônia-Conhecer e Reconhecer vai selecionar iniciativas lideradas por povos indígenas, quilombolas e demais comunidades tradicionais que protejam os territórios e a floresta na Amazônia Legal. O prêmio é uma parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
Cada iniciativa premiada receberá R$ 50 mil. A previsão é selecionar 50, sendo 15 conduzidas por organizações indígenas, 15 por organizações quilombolas e 20 por organizações de outros segmentos tradicionais. No total, o investimento é de R$ 2,5 milhões.
LEIA MAIS
- Curso de desenho para crianças com TEA tem matrículas abertas no Sesc Amazonas
- ‘Prêmio Sebrae de Jornalismo’ abre inscrições com foco no empreendedorismo

Participe do grupo do Portal Edilene Mafra no WhatsApp 📲
INSCRIÇÕES
As inscrições estão abertas até o dia 6 de julho de 2026, e deverão ser realizadas por meio de edital público, com orientações disponíveis nos canais oficiais do Fundo Amazônia.
Para concorrer ao prêmio, são aceitos diferentes formatos de atuação, desde que sejam experiências já realizadas, com resultados concretos no território.
As iniciativas devem apresentar uma base territorial identificável, que permita compreender a contribuição para a proteção dos territórios e da floresta.
Nesse sentido, serão consideradas iniciativas de vigilância e monitoramento territorial e ambiental, restauração ecológica e preservação da biodiversidade, organização social, formação e práticas culturais voltadas à gestão territorial, adaptação climática e segurança alimentar, manejo integrado do fogo e prevenção de incêndios florestais, elaboração e implementação de instrumentos de gestão territorial e ambiental, além de ações relacionadas à regularização fundiária.
SELEÇÃO
O processo de seleção terá duas etapas.
A primeira será feita pelo BNDES, que verificará as informações, a anuência coletiva e a regularidade das propostas.
Na sequência, as iniciativas passarão por uma etapa de análise qualitativa, liderada por três comissões de seleção – uma para cada categoria (indígena, quilombola e demais povos e comunidades tradicionais).
Participam dessas comissões a Coiab, a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), a Rede de Povos e Comunidades Tradicionais (Rede PCTs), além de representantes do governo federal (Ministério dos Povos Indígenas, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e Ministério da Igualdade Racial) e dos estados da Amazônia Legal.