Manaus, 18 de julho de 2026

Amazônia

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação Foto: Divulgação

COP 30: Amazonense cria laboratórios de tecnologia em comunidades indígenas na Amazônia

Projeto idealizado de Netto Santos foi selecionado para integrar a delegação brasileira

Com informações da assessoria

Às vésperas da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá em Belém do Pará em 2025, o jovem amazonense Netto Santos se prepara para viver um dos momentos mais marcantes de sua trajetória. Selecionado para integrar a delegação brasileira no maior evento climático do planeta, ele levará consigo uma mensagem clara: ‘Falar da Amazônia é nosso direito‘.

Com uma trajetória voltada à inovação social e à educomunicação, Netto idealizou o Projeto de Letramento Digital Amazônico, que tem como objetivo levar mini laboratórios de tecnologia a comunidades indígenas do Amazonas.

A iniciativa busca formar jovens e lideranças locais em inteligência artificial, programação, negócios e uso ético da tecnologia, garantindo que os povos da floresta também tenham acesso às ferramentas que moldam o futuro.

LEIA MAIS

Foto: Divulgação

Participe do grupo do Portal Edilene Mafra no WhatsApp 📲

PROJETO

O projeto nasce em parceria com a DiversiData, organização que promove diversidade e inclusão no setor de tecnologia, a LinuxTips, referência nacional em educação tecnológica e com a Makira-e’ta, Rede de Mulheres Indígenas do Amazonas, através do projeto FIMI.

Juntas, as instituições apoiam a estruturação dos laboratórios e a formação de instrutores locais, ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo a autonomia digital das comunidades amazônicas.

“Em uma era dominada pela inteligência artificial e pela transformação digital, é fundamental que quem mora na floresta não fique de fora disso. A tecnologia pode e deve estar a favor dos amazônidas”, afirma Netto.

TECNOLOGIA QUE NASCE NA FLORESTA

O projeto dos dois primeiros laboratórios já foi implantado em duas comunidades indígenas do Amazonas, com o potencial de impactar centenas de pessoas direta e indiretamente.

A proposta é simples, mas poderosa: conectar saberes tradicionais e tecnologias emergentes, transformando a Amazônia em um ecossistema vivo de inovação social.

Além da formação em ferramentas digitais, o projeto prevê ações voltadas à geração de renda, ao fortalecimento de negócios comunitários e à preservação da floresta por meio da tecnologia mostrando que desenvolvimento e sustentabilidade podem caminhar juntos.

Foto: Divulgação

A AMAZÔNIA COMO PROTAGONISTA NA COP30

A participação de Netto na COP30 simboliza o encontro entre o local e o global, uma ponte entre as vozes da floresta e as decisões climáticas internacionais.

Pela primeira vez em uma cidade amazônica, a Conferência reunirá líderes, ativistas e especialistas do mundo todo e Netto levará a visão de quem vive na região e entende, na prática, os desafios e as soluções que emergem da Amazônia.

“Ir à COP é um sonho, mas ele só faz sentido porque vai com propósito. Quero representar a juventude amazônida e mostrar que nós também produzimos conhecimento, soluções e inovação. A Amazônia precisa ser protagonista, não apenas cenário dos debates climáticos”, destaca.

Com o lema ‘Falar da Amazônia é nosso direito’, Netto pretende inspirar outras lideranças jovens da região a ocupar espaços globais, mostrando que o futuro do planeta depende do fortalecimento das pessoas que vivem e cuidam da floresta.

COMPARTILHE

error: Este conteúdo está protegido!